Reservatórios secos e sem adutora! O município de Luiz Gomes (452 de quilômetros de Natal) bate um triste recorde no estado, está há 383 dias sem água nas torneiras.
O colapso no sistema de abastecimento teve início em outubro de 2011 quando secou o açude Dona Lulu Pinto, principal manancial do município, deixando toda a população à mercê de carros-pipa. A partir daí, deu-se início a uma corrida desesperada por água potável que gerou filas e bate bocas da população durante este período.
Só para se ter uma idéia, nos últimos 12 meses, os governos Federal, estadual e municipal disponibilizam juntos cerca de 300 mil litros de água tratada por dia para atender à demanda da cidade. Sem contar com os carros particulares que abastecem as residências por um preço médio de R$ 20,00, uma caixa com mil litros.
Todo esse líquido é transportado em caminhões-pipa que viajam mais de 100 km -- entre ida e volta e circulam dia e noite distribuindo em diversos pontos os milhares de litros para suprir a necessidade dos mais de 2 mil famílias.
Todos os dias as cisternas são abastecidas e as filas de gente continuam causando e gerando muitas confusões. O momento ainda é crítico, principalmente porque a promessa da adutora feita pelo prefeito e pela governadora Rosalba parece não ter fim e não chega ao município que vive um dos mais longos períodos de estiagem já visto na Serra de Luiz Gomes.
Mas de quem é a responsabilidade desta situação? Iremos procurar as autoridades constituídas do município para tentar achar uma resposta.
O colapso no sistema de abastecimento teve início em outubro de 2011 quando secou o açude Dona Lulu Pinto, principal manancial do município, deixando toda a população à mercê de carros-pipa. A partir daí, deu-se início a uma corrida desesperada por água potável que gerou filas e bate bocas da população durante este período.
Só para se ter uma idéia, nos últimos 12 meses, os governos Federal, estadual e municipal disponibilizam juntos cerca de 300 mil litros de água tratada por dia para atender à demanda da cidade. Sem contar com os carros particulares que abastecem as residências por um preço médio de R$ 20,00, uma caixa com mil litros.
Todo esse líquido é transportado em caminhões-pipa que viajam mais de 100 km -- entre ida e volta e circulam dia e noite distribuindo em diversos pontos os milhares de litros para suprir a necessidade dos mais de 2 mil famílias.
Todos os dias as cisternas são abastecidas e as filas de gente continuam causando e gerando muitas confusões. O momento ainda é crítico, principalmente porque a promessa da adutora feita pelo prefeito e pela governadora Rosalba parece não ter fim e não chega ao município que vive um dos mais longos períodos de estiagem já visto na Serra de Luiz Gomes.
Mas de quem é a responsabilidade desta situação? Iremos procurar as autoridades constituídas do município para tentar achar uma resposta.

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