A máquina pública das cidades do país ficou mais inchada nos últimos dois anos, atingindo a marca de 5,96 milhões de servidores em 2011. Se considerar apenas os funcionários lotados nas prefeituras e seus órgãos administrativos, a chamada administração direta, o aumento no número de efetivos em relação a 2009 foi de 4,8%, alcançando 5,64 milhões.
Se analisarmos a situação em vários municipios da região, o inchaço da maquina pública no periodo que antecedeu as eleições municipais é ainda pior. No municipio de Luiz Gomes a nomeação de funcionários e cargos comicionados rendeu atraso na folha de pagamentos dos efetivos. Em Antonio Martins o prefeito ja demmitiu mais de 200 funiconários temporários pós eleição. Aqui em Pau dos Ferros o Diário Oficial trouxe diversas nomeação no periodo que antecedeu as eleições. Tudo isso supostamente em nome da conquista do voto.
Os dados sobre o perfil de gestão dos municípios estão em estudo
divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE). Se considerar apenas os cargos comissionados, o aumento no
período foi de 9,5%, com quase meio milhão de pessoas contratadas sem
concurso, ou seja, por meio de indicação política, na maioria dos casos.
Delas, 47% têm nível de escolaridade médio e 26%, nível superior. É na
região Norte onde os prefeitos mais ampliam a máquina por meio de
apadrinhados — o avanço nas contratações foi de 15%
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