segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Petrolão pode evitar nomeação de Henrique para ministério de Dilma

 
 


Henrique Eduardo Alves é cotado para assumir o Ministério da Previdência Social, em substituição ao primo Garibaldi Filho.

Henrique Eduardo Alves (PMDB) terminou a semana em alta para assumir um ministério no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT).

O parlamentar potiguar mira a pasta da Integração Nacional, mas Dilma pretende nomeá-lo para a da Previdência, em substituição a Garibaldi Filho, primo de Henrique.

A grande dúvida em torno da nomeação de Henrique reside na divulgação da lista dos políticos citados nas delações da Operação Lava Jato. Segundo a Veja, o presidente da Câmara foi apontado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, réu confesso, como beneficiário do esquema de corrupção na estatal.

Cerca de 50 políticos podem figurar na lista maldita a ser divulgada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Os inquéritos devem ser abertos ainda no apagar das luzes deste ano.

A presidente Dilma aguarda a lista com ansiedade. Ela não pretende nomear políticos envolvidos no mar de lama da Petrobras.

A nomeação para o ministério, seja qual for a pasta, será fundamental para Henrique manter o foro privilegiado na eventualidade de responder a processo por causa do petrolão.

Sem foro privilegiado, Henrique corre o risco de cair nas mãos do rigoroso juiz federal Sérgio Moro, no Paraná.

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