
Foto: O governador Robinson Faria - Divulgação
O eleitor potiguar, assim como Jó, teve seu quinhão
de sofrimento, sob a alcunha de Rosalba Ciarlini, que, da eleição
consagradora, foi à desaprovação completa, resultado de um Governo
centralizador e inerte.
Por: Cefas Carvalho
A paciência, como se sabe, é uma das virtudes capitais, celebrizada pela história bíblica de Jó, o qual suporta privações sem fim pacientemente até Deus lhe devolver o que o Diabo tirou. Como também se sabe, eleitores tem paciência em doses cada vez menores, escaldados com a água quente de administrações desastrosas e promessas não cumpridas.
O eleitor potiguar, assim como Jó, teve seu quinhão de sofrimento, sob a alcunha de Rosalba Ciarlini, que, da eleição consagradora, foi à desaprovação completa, resultado de um Governo centralizador e inerte.
O eleitor natalense também foi espicaçado pelo diabo na forma da gestão Micarla de Souza, que bateu todos os recordes nacionais de desaprovação e rejeição.
Daí, portanto, a necessidade de o governador Robinson Faria (PSD) entender que a paciência do potiguar, que criou expectativas muitas em relação ao seu governo e confiou em suas promessas, está começando a se esgotar, tal qual areia descendo a parte de baixo da ampulheta.
A relação entre Robinson e a população começou bem. Os primeiros 100 dias foram marcados por trégua midiática e da opinião pública e o governador realizou ações simbólicas e pontuais que tiveram impacto positivo.
Contudo, chegando ao fim do primeiro semestre, Robinson não conseguiu responder a alguns dos anseios principais da população. E começa a detectar que a paciência, esta virtude cada vez mais rara tanto em políticos como em eleitores, não dura muito tempo. Principalmente em relação á cobrança de detentores de cargos públicos, principalmente no Executivo.
Até os postes da governadoria sabem que o maior problema que Robinson tem que enfrentar é a segurança pública. A somatória de abandono do setor pela gestão Rosalba com a questão crônica nacional que reflete no RN se traduz em ocorrências diárias. Robinson precisaria e precisa ser rápido, objetivo e explícito no enfrentamento a este problema.
A escolha da secretária Kalina Leite foi um trunfo. Idéias como o Ronda Cidadã, idem. Recorrer a Brasilia, uma necessidade. Porém, é necessário mais. Os assessores de Robinson sabem disso; os aliados, idem. A população não apenas sabe, como cobra, exige.
A paciência é uma virtude. Jó que o diga. Mas que o governador não espere de seus conterrâneos potiguares doses tão cavalares dela, sob o risco de ser ele próprio a cair do cavalo.
O eleitor potiguar, assim como Jó, teve seu quinhão de sofrimento, sob a alcunha de Rosalba Ciarlini, que, da eleição consagradora, foi à desaprovação completa, resultado de um Governo centralizador e inerte.
O eleitor natalense também foi espicaçado pelo diabo na forma da gestão Micarla de Souza, que bateu todos os recordes nacionais de desaprovação e rejeição.
Daí, portanto, a necessidade de o governador Robinson Faria (PSD) entender que a paciência do potiguar, que criou expectativas muitas em relação ao seu governo e confiou em suas promessas, está começando a se esgotar, tal qual areia descendo a parte de baixo da ampulheta.
A relação entre Robinson e a população começou bem. Os primeiros 100 dias foram marcados por trégua midiática e da opinião pública e o governador realizou ações simbólicas e pontuais que tiveram impacto positivo.
Contudo, chegando ao fim do primeiro semestre, Robinson não conseguiu responder a alguns dos anseios principais da população. E começa a detectar que a paciência, esta virtude cada vez mais rara tanto em políticos como em eleitores, não dura muito tempo. Principalmente em relação á cobrança de detentores de cargos públicos, principalmente no Executivo.
Até os postes da governadoria sabem que o maior problema que Robinson tem que enfrentar é a segurança pública. A somatória de abandono do setor pela gestão Rosalba com a questão crônica nacional que reflete no RN se traduz em ocorrências diárias. Robinson precisaria e precisa ser rápido, objetivo e explícito no enfrentamento a este problema.
A escolha da secretária Kalina Leite foi um trunfo. Idéias como o Ronda Cidadã, idem. Recorrer a Brasilia, uma necessidade. Porém, é necessário mais. Os assessores de Robinson sabem disso; os aliados, idem. A população não apenas sabe, como cobra, exige.
A paciência é uma virtude. Jó que o diga. Mas que o governador não espere de seus conterrâneos potiguares doses tão cavalares dela, sob o risco de ser ele próprio a cair do cavalo.
Por: Cefas Carvalho
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